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A Indecisa do Costume

17.05.18

Aprendi a amar...


A Indecisa do Costume

Conheci-te no domingo, ficamos na segunda, terça conheci a tua família, quarta saímos com os nossos amigos, quinta ficamos juntos em casa e na sexta já estávamos a namorar!

Um pouco rápido?

Pode até ser, mas se somos assim tão intensos, que seja!
Uma semana depois, aqui estamos nós, na tua cama. Acordo a meio da noite e começo a admirar o teu sono. Pergunto-me: “como tu consegues dormir tão sereno?” Parecesses estar a sonhar, e creio eu, que o sonho é bom, pois, estás a sorrir.

Faço um carinho no teu cabelo bem devagar para não te acordar. Vejo as marcas da noite anterior em seu pescoço – alguns arranhões na tua pele, estão visíveis. Já te peço desculpas por isso. 

Dou por mim a sonhar acordada com um sorriso enorme e totalmente parvo no meu rosto.

Os batimentos do teu coração ditam o ritmo da tua respiração – parece estar nas nuvens de tão leve que é. Isso disfarça a força que carregas contigo. E que provavelmente, ainda não descobriste.


Mas vejo essa tua energia, tão boa que me fascina de uma forma que nem sei como explicar. Sinto que tu tens tudo aquilo que eu mais gosto. Estou a sentir por você uma coisa nova, e está a passar a barreira da admiração, do encanto, e acho que é amor.
– Bom dia! Que bom que acordaste. Estava mesmo a querer te dizer algo e não poderia mais esperar. Acho que aprendi a amar. 

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